Dj Simplcio-ZUMA
Adão Negro lança o seu novo CD "Pele Negra" em Salvador ao lado de Lucky Dube e outras feras ! Confira !

adao negro

A banda baiana Adão Negro estará lançando no próximo dia 31 de março em Salvador, o seu novo CD - "Pele Negra".
O álbum foi mixado por ninguém menos que Clive Hunt, Jamaicano que já trabalhou com artistas como Abyssinians, Lizzard, Dennis Brown, Max Romeo e The Skatalites.

A festa de lançamento em Tributo a Bob Marley terá a participação da atração internacional direto da África do Sul - Lucky Dube, além das bandas Ponto de Equilíbrio (RJ), Moa Anbesa (BA) e Dissidência (BA).

O grupo baiano completou em 2006 dez anos de carreira e já lançou os álbums "Adão negro", "Só Diretoria", "Vence Tudo",
"Vence Tudo ao Vivo" e agora coloca no mercado "Pele Negra".

Rapper britânica demonstra sua "afetividade" a Corinne Bailey Rae

Rapper britânica demonstra sua "afetividade" a Corinne Bailey Rae

Pouco depois da cantora Lily Allen dizer em entrevista que não gosta da música de Corinne Bailey Rae, chegou a vez de outra artista inglesa declarar seu desafeto à cantora. A rapper Lady Sovereign afirma em entrevista que "encurralou" a colega nos bastidores de uma gravação e disse a ela o que pensava.

"Eu a pus num canto falei com ela que ela deveria se chamar  Corinne 'Boring' [entediante] Rae", conta Sovereign. A cantora levou o insulto com a calma de um budista e retrucou de forma leve. "Ela disse 'que seja' e virou as costas como se fosse a rainha da Inglaterra", finaliza a rapper.

Após briga em show, integrantes do Fall Out Boy contam sua história

seila

O Mister Piru 2006 atacou novamente, mas dessa vez estava vestido. O baixista Pete Wentz e o guitarrista Joe Trohman, da banda Fall Out Boy, deram à imprensa sua versão da briga ocorrida durante um show do grupo no dia 10 de janeiro em Albuquerque, Novo México.

Wentz fez notícia ao pular do palco para brigar com um segurança da casa de shows, ato que ele diz ter performado para "defender seu amigo". O amigo em questão atende por Charlie e é segurança pessoal do Fall Out Boy.

Falando à MTV norte-americana, Trohman disse que a briga começou porque o segurança da casa estava empurrando meninas e tentando brigar com Charlie. "Era um babaca. As meninas chegavam perto do palco e ele as empurrava violentamente. Enquanto isso, ficava tentando arrumar briga com nosso segurança".

A briga ocorreu durante a última música do repertório da banda, quando a banda convidou os fãs para subirem ao palco. O incidente foi, para nossa "surpresa", filmado e publicado na internet. "Tudo foi rápido demais", comenta Wentz. "A coisa cresceu rapidamente. Quando me dei conta, o segurança da casa estava tentando bater no Charlie".

"Deixa eu explicar uma coisa", emenda o baixista. "Charlie é um cara que conheço desde os 16 anos. Desde quando ele se mudou pra minha casa após ter sido expulso pelos pais. É um dos meus melhores amigos. Estava defendendo-o como qualquer pessoa defenderia um amigo. É claro que normalmente eu apanharia do segurança porque não sou um sujeito brigão. Mas era meu amigo e eu fui pra cima do sujeito sem hesitar".

Ainda há discussões a respeito, mas os porta-vozes da casa de shows Sunshine Theater afirmam ter deixado claro para a equipe do Fall Out Boy que o local não permitia acesso de fãs na área do palco. "As informações podem ter sido perdidas após a reunião. Escutei muita coisa diferente", afirma o proprietário Joe Anderson.

Nenhuma queixa foi prestada por parte da banda ou da casa e ninguém se feriu seriamente durante a briga. A única rusga ainda viva é a dúvida sobre o grupo ter sido avisado ou não sobre a política do Sunshine Theater, que proibia expressamente a invasão de palco.


 

 

Vocalista do Tool diz que não sabe definir o que são os fãs da banda

vcocalista

O vocalista Maynard James Keenan revelou em entrevista que não sabe definir os fãs de sua banda, Tool, de uma forma abreviada. Ele diz que os fãs do grupo são uma incógnita, especialmente na Europa.

"Você toca música pesada. Sua gravadora, que nunca teve em seu elenco uma banda como a sua, vai lá e direciona seus discos para aquele menino fedido que tem mijo nos sapatos e passou dois dias dormindo no acampamento de um festival", comenta Keenan.

"Basicamente, a gravadora direciona o marketing todo pra esse sujeito em questão", prossegue o vocalista. "Daí você percebe que seus shows são povoados apenas por estes projetos de primatas. Quando menos percebe, você está em uma cafeteria lendo Noam Chomsky e aparecem uns moleques que parecem feitos de queijo, tamanha a quantidade de moscas ao redor dele. E eles estão usando camisas do Tool".

"Claro que é um exemplo extremista", conta. "Mas a questão, na verdade, é que quando você não sabe reconhecer seus fãs, eles acabam criando faces diferentes de acordo com o local onde vivem. E se uma dessas caras for horrível, é óbvio que ninguém vai querer ouvir o que eles estão ouvindo. E quem perde é a banda", finaliza.

Oasis perde parada de discos para Westlife e põe a culpa em Deus

020

Um transtornado Noel Gallagher não se conformou em perder o primeiro lugar da parada de discos do Reino Unido para a boy band irlandesa Westlife. No mês passado, ele e o irmão, Liam, se diziam confiantes de que a coletânea de sucessos do Oasis, Stop The Clocks, dominaria as paradas. Entretanto, a "profecia" dos Gallagher veio por água abaixo com o retorno do Westlife.

Durante uma performance da banda em uma capela na Inglaterra, Noel disparou: "alguém aí falou em Westlife? Isso somente prova que Deus não existe". Pouco depois, após notar que deixou escapulir uma frase ofensiva em uma igreja cristã, Gallagher deixou um recado para o "cara lá de cima":

"Você pode até acabar comigo agora, se quiser... mas que é verdade, é!". 

09

Djavan segue a pista do público jovem

Depois de dois discos - Milagreiro (2001) e Vaidade (2004) - sem concessões ao universo pop, Djavan (à direita, clicado por Marcelo Faustini) volta a acenar para a platéia jovem que descobriu sua música a partir de Eu te Devoro, hit do álbum Bicho Solto, o XIII (1998). E o faz de forma radical. Segundo lançamento da gravadora do cantor, Luanda Records, Djavan na Pista, etc. reúne recriações de nove músicas dançantes do repertório do artista com baticum eletrônico típico dos DJs.

Não se trata de um disco de remixes. O cantor pôs nova voz nas músicas. Tampouco se trata de um álbum de arranjos urdidos por vários DJs. A rigor, há apenas um - Magic Julio, DJ do grupo AfroReggae que assina os scratches inseridos em Sina (1982) e Asa (1986). As programações e efeitos eletrônicos ficaram a cargo do tecladista Donatinho e de Liminha, o veterano produtor de discos de meio mundo do pop rock nativo. Ter recrutado Liminha para produzir o CD e criar as batidas foi um acerto, pois as melodias e letras de Djavan foram preservadas. O que foi para o espaço - e aí não havia saída mesmo - é a harmonia requintada da obra do compositor alagoano (não por acaso, cultuado no meio jazzístico dos Estados Unidos).

Sem banalizar seu repertório, Djavan segue a pista do público jovem - para quem já tinha acenado também com a música Acelerou, inédita feita na cola de Eu te Devoro para disco ao vivo editado em 1999 e oportunamente regravada neste CD eletrônico. Se Tanta Saudade (parceria bissexta com Chico Buarque, composta em 1983 para a trilha do filme Pra Viver um Grande Amor) tem sua latinidade acentuada, inclusive pelo vocal hispânico de Mariana Eva, Azul (1982) ganhou batida robótica sem perda de seu suingue.

Balanço, a propósito, é o que nunca faltou na música de Djavan. O que o produtor Liminha fez foi adequar essas levadas dançantes ao baticum da era eletrônica. Tem até um clima lounge em Se, faixa pop do álbum Coisa de Acender (1992). Mas, antes, dá para se esbaldar na pista com Capim (1982), Miragem (1984) e Fato Consumado (1976). Até porque o suingue de Djavan sempre foi moderno e hype muito antes dos DJs inventarem moda na MPB.

Fonte: O Dia - No Estúdio

Rock

“O metal vem de lugares que querem esquecer!”

O diretor do documentário "Metal: A Headbanger's Journey" diz: "O Metal vem dos lugares que as pessoas querem esquecer que existem". O Jornal Australiano "The Courier" recentemente realizou uma entrevista com Sam Dunn, um dos diretores por trás do aclamado documentário - "Metal: A Headbanger's Journey", que cobre a história do Heavy Metal.

Profissional com mestrado em Antropologia Social e colaborador regular de vários jornais acadêmicos, Dunn já está acostumado que as pessoas imaginem que seu gosto musical esteja mais para Beethoven do que Black Sabbath.

Porém ele é na verdade fanático pelo Metal desde os 12 anos de idade, e aos 31 foi co-autor, co-produtor e co-diretor de um documentário que ele espera que possa ajudar outras pessoas a entender seu fascínio pelo gênero.

"O Metal nunca foi realmente a praia dos intelectuais ou dos formadores de opinião", disse Dunn explicando porque o Metal tradicionalmente tem sido preterido como uma forma de arte passível de credibilidade. "O Punk Rock é que sempre teve aquele 'appeal' entre a população mais urbana, cosmopolita".

"Os jornalistas cresceram ouvindo Pop e não Metal", ele acrescenta com uma risada, "e eu honestamente penso ser esse um grande fator pelo qual se demorou tanto tempo para realizar um documentário profundo sobre o tema. O Heavy Metal vem dos lugares que as pessoas querem esquecer que existem — Os subúrbios, que são os 'sovacos' industriais da sociedade".

Através de entrevistas com artistas e fãs ao redor do mundo, o documentário se propõe a desfazer a crença bastante comum de que a paixão pela música em alto volume poderia estar de alguma forma associada à um temperamento violento e um baixo QI.

"As pessoas tem uma reação muito visceral ao ouvir Heavy Metal por causa do volume, velocidade e agressividade do som", ele disse. "Por esse motivo, acaba-se criando uma imagem de que as pessoas que curtem este tipo de música também sejam violentas e agressivas", explica Dunn.

"E eu acredito que isso geralmente seja falso. Eu acho que o que as pessoas experimentam com o Metal é o sentimento de liberdade, algum tipo de catarse que eles não sentem com nenhum outro tipo de música ou outro aspecto de suas vidas".

Reggae

Midnite de volta ao Brasil! Fique ligado!

03

Seguindo a grande safra de artistas internacionais de reggae em terras brasileiras, a banda MIDNITE vem ao Brasil em Janeiro para uma série de shows. A banda vem ao Brasil como primeira atração do evento SUMMER LEGENDS. A turnê acontecerá do dia 15 ao dia 29 de janeiro, e passará por muitas cidades brasileiras e por países da América do Sul. É possível encontrar no site que a banda passará pelo Brasil, Peru na América do Sul e na Europa visitarão a França, Holanda, Inglaterra e Alemanha.

A banda já esteve no Brasil em 2002, quando fez performance memorável, ao lado do cantor jamaicano Peter Broggs, no Anhembi em São Paulo. O Midnite foi a banda que abriu as portas do reggae das Ilhas Virgens para o mundo, e hoje o reggae da ilha é bem valorizado, Abja, Bambú Station e Yahadanai, são as novas promessas. Com apresentações vibrantes e introspectivas, preservando o reggae raiz, e adicionando um toque inovador ao reggae atual, Midnite é uma das bandas que defende as verdadeiras raízes, com letras fortes e conscientes. Com um som orgânico e verdadeiro, prova disso, um de seus álbuns memoráveis, “Ras Meek Peace”, foi gravado apenas em um canal e com todos os músicos tocando juntos.

Fique ligado no site Surforeggae para saber as datas e cidades em que a turnê passará e também para participar dos sorteios que acontecerão.


Pop

DJ francês Bob Sinclair toca no Brasil neste mês

 

04

A turnê mundial "Love Generation", do DJ e produtor francês Bob Sinclair (foto) passará pelo Brasil no final deste mês, visitando quatro cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Balneário Camboriú e Brasília.

A primeira apresentação acontecerá em na capital paulista, no recém inaugurado clube Pacha e o line-up também contará com Gary Nesta Pine, Mário Fischetti, Alê Reis, Marcelo e Marcos Braga.

No dia seguinte, Sinclair, cujo nome verdadeiro é Chris Lefriant, estará em terras cariocas, na Fundição Progresso, ao lado de Memê e novamente da dupla Marcelo & Marcos Braga nas pick-ups.

Em seguida, no dia 24, o artista ruma para o Balneário Camboriú e mostra sua performance na casa noturna Ibiza. A última data será em Brasília, no dia 25, no ginásio Nilson Nelson.

House, jazz e soul são algumas vertentes da e-music que estarão presentes nestes quatro eventos comandados pelo estrangeiro.

03

A banda GAN JAH JAH, que Surgiu na cohab 2 - Itaquera zona leste de SÃO PAULO, está lançando o seu primeiro trabalho, o disco "Apreciai & Louvai", gravado e produzido de forma independente. O disco vem com total influência do reggae raiz e sua cultura rastafari, com composições que expressam a beleza de vivenciar a espiritualidade no cotidiano, com responsabilidade social e ambiental. O trabalho tem bases sólidas em várias vertentes do reggae como Ska, Raggamuffin, etc, tudo bem filtrado em composições reflexivas com melodias e harmônias originais e marcantes.

click aqui e ouça a música http://www.surforeggae.com.br/mp3/ganapreciai.mp3

Courtney Love fala sobre drogas e faz ensaio sexy para revista de moda

02

A cantora Courtney Love foi o alvo das lentes em um ensaio para a revista britânica Pop. Aos 42 anos, a roqueira e viúva de Kurt Cobain esbanja considerável boa forma apesar dos freqüentes problemas com drogas e álcool que enfrenta.

Em entrevista à publicação, ela se comparou à filha, Frances Bean Cobain, dizendo que ela "tem 14 anos e nunca beijou um menino, ou fumou um cigarro ou tomou vinho". O comportamento excessivo de Courtney acabou fazendo com que a roqueira perdesse a guarda da filha, que só voltou a viver com a mãe no ano passado.

"A cocaína é uma droga demoníaca que te deixa possuída pelo diabo e te causa uma porção de problemas", alerta a revitalizada roqueira, que chegou a "renascer das cinzas" anteriormente, em meados da década de 90, quando participou do filme O Povo Contra Larry Flynt - e depois caiu no mesmo ciclo de problemas.

Green Day protesta contra

01

.O trio californiano Green Day entrou em parceria com um conselho de defesa dos recursos naturais para lutar contra o "vício em petróleo" que está assolando os Estados Unidos.

O vocalista Billie Joe Armstrong declarou: "o que queremos dizer com isso tudo é que não é apenas legal tomar esta responsabilidade para si, mas é também um ato de rebeldia". A banda montou um site especial que permite que os fãs enviem mensagens de texto diretamente aos congressistas para exigirem mudanças nas leis vigentes. 


 

[ ver mensagens anteriores ]



Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, SUMARE, JARDIM SAO GERONIMO (NOVA VENEZA), Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, Música, Arte e cultura
MSN - me pede que eu passo

 
Visitante número: